Postado por : Thainá
30 maio 2014
Hoje na coluna Aleatório vou compartilhar com vocês um texto que li recentemente e gostei bastante. Espero que vocês curtam e se identifiquem tanto quanto eu me identifiquei.
Seja o Cisne
por Roberto Shinyashiki
Talvez o maior desafio da vida moderna seja
sermos nós mesmos em um mundo que insiste em modelar
nosso jeito de ser. Querem que deixemos de ser como
somos e passemos a ser o que os outros esperam que
sejamos.
Aliás, a própria palavra "pessoa" já é um convite
para que você deixe de ser você. "Pessoa" vem
de "Persona", que significa "máscara". É isso mesmo:
coloque a máscara e vá para o trabalho. Ou vá para a
vida com a sua máscara. Talvez o sentido do
elogio: "Fulano é uma boa pessoa", signifique na
verdade: "Ele sabe usar muito bem a sua máscara
social".
Mas qual o preço de ser bem adaptado?
O número de depressivos, alcoólatras e suicidas
aumenta assustadoramente. Doenças de fundo psicológico
como síndrome do pânico e síndrome do lazer não param
de surgir. Dizer-se estressado virou lugar-comum nas
conversas entre amigos e familiares. Esse é o preço.
Mas pior que isso é a terrível sensação de inadequação
que parece perseguir a maioria das pessoas. Aquele
sentimento cristalino de que não estamos vivendo de
acordo com a nossa vocação.
E qual o grande modelo da sociedade moderna?
Querer ser o que a maioria finge que é. Querer
viver fazendo o que a maioria faz. É essa a cruel
angústia do nosso tempo: o medo de ser ultrapassado em
uma corrida que define quem é melhor, baseada em
parâmetros que, no final da pista, não levam as pessoas
a serem felizes.
Quanta gente nós não conhecemos, que vive
correndo atrás de metas sem conseguir olhar para dentro
da sua alma e se perguntar onde exatamente deseja
chegar ao final da corrida?
A maior parte das terapias prega que as pessoas
não olham para dentro de si com medo de encontrar a sua
sombra. Porém, na verdade, elas não olham para dentro
de si por medo de encontrar sua beleza e sua luz. O que
assusta é o receio de se deparar com a sua alegria de
viver, e ser forçado a deixar para trás um trabalho sem
alegria. Mas sejamos francos: para quê manter um
trabalho sem alegria? Só para atender às aspirações da
sociedade?
Basta voltar os olhos para o passado para ver as
represálias sofridas por quem ousou sair dos trilhos,
e, mais que isso, despertou nas pessoas o desejo de
serem elas mesmas. Veja o que aconteceu a John Lennon,
Abraham Lincoln, Martin Luther King, Isaac Rabin?
É muito perigoso não ser adaptado!
É muito perigoso não ser adaptado!
Essa mesma sociedade que nos engessa com suas
regras de conduta, luta intensamente para fazer da
educação um processo de produção em massa.
Porque as pessoas que vivem como máquinas
não questionam a própria sociedade.
não questionam a própria sociedade.
A maioria das nossas escolas trabalha para formar
estudantes capazes de passar no vestibular. São poucos
os educadores que se perguntam se estão formando
pessoas para assumirem a sua vocação e a sua forma de
ser.
As escolas de música ensinam com os mesmos
métodos as mesmas músicas. Quase todas querem formar
covers de Mozart ou covers dos Beatles. É raro um
professor com voz dissonante que diga para seus
alunos: "Aqui você vai aprender idéias, para liberar o
músico que existe dentro de você".
Os MBA's, tão na moda, na sua maioria, usam os
mesmos livros, dão as mesmas aulas, com o objetivo não
explicitado de formar covers do Jack Welch ou do Bill
Gates. O que poucos sabem é que nenhum dos dois fez
MBA. Bill Gates, muito ao contrário disso, abandonou a
idolatrada Harvard para criar uma empresa na garagem,
que se transformou na poderosa Microsoft. Os MBA's são
importantes para que o aluno aprenda alguns
instrumentos de administração. Mas alguém tem de dizer
ao estudante: "Utilize essas ferramentas para
implementar suas idéias, para ser intensamente você".
Quantos casos de genialidade que foram excluídos
das escolas porque estavam além do que o sistema de
educação poderia suportar.
Conta-se que um professor de Albert Einstein
chamou seu pai para dizer que o filho nunca daria para
nada, porque não conseguia se adaptar. Os Beatles foram
recusados pela gravadora Deca! O livro "Fernão Capelo
Gaivota" foi recusado por 13 editoras! Caetano Veloso
foi vaiado quando apareceu com a sua música "Alegria,
Alegria!". O projeto da Disney Word foi recusado por 67
bancos! Os gerentes diziam que a idéia de cobrar um
único ingresso na entrada do parque não daria lucros.
O genial Steven Spielberg foi expulso de duas
escolas de cinema antes de começar a fazer seus filmes,
provavelmente porque não se encaixava nos padrões
comportamentais e técnicos que a escola exigia que ele
seguisse. Só há pouco tempo é que ele ganhou um título
de "honoris causa" de uma faculdade de cinema. E
recebeu o titulo pela mesma razão que foi expulso
anteriormente: ter assumido o risco de ser diferente,
por não ceder à padronização que faz com que as pessoas
pareçam seres saídos de linhas de montagem.
A lista de pessoas que precisaram passar por cima
da rejeição porque não se adaptavam ao esquema pré-
existente é infinita. A sociedade nos catequiza para
que sejamos mais uma peça na engrenagem e quem não se
moldar para ocupar o espaço que lhe cabe será
impiedosamente criticado.
Os próprios departamentos de treinamento da
maioria das empresas fazem isso. Não percebem que
treinamento é coisa para cachorros, macacos, elefantes.
Seres humanos não deveriam ser treinados, e sim
estimulados a dar o melhor de si em tudo o que fazem.
Resultado: a maioria das pessoas se sente o patinho
feio e imagina que todo o mundo se sente o cisne.
Triste ilusão: quase todo mundo se sente um patinho
feio também.
Ainda há tempo! Nunca é tarde para se descobrir
único.
Nunca é tarde para descobrir que não existe nem
nunca existirá ninguém igual a você. E ao invés de se
tornar mais um patinho,
escolha assumir sua condição inalienável de cisne!
Arquivado em:
Aleatório,
11 Comentários
Postado por : Thainá
28 maio 2014
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Despedida de Solteira - Caleb
Trilogia: Despedida de Solteira #2
Autora: Mila Wander
Páginas: 566
Editora: Literata
Resenha por: Thainá Cristina
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Caleb é um garoto de programa. Optou por essa profissão ainda muito novo quando passava por grandes problemas financeiros. Bonito, atraente, vaidoso e dono de um belo par de olhos azuis, por onde passa faz sucesso e chama a atenção da mulherada. Apesar de ser uma profissão incomum Caleb leva tudo muito a sério sendo super profissional, e segue a risca a regra que nunca, jamais, deverá se envolver emocionalmente com uma cliente. Porém tudo muda quando conhece Amande, a noiva que fora contratado para servir durante todo o final de semana em uma despedida de solteira pra lá de especial.
A primeira vez que fiquei sabendo de Despedida de Solteira da autora Mila Wander, foi através do Pinterest. Eu vi a capa e me apaixonei logo de cara e fui em busca de saber mais sobre o livro. Mais tardar li uma resenha no blog da Denise Costa e fiquei ainda mais interessada por ele. Eu fiz a festa, CLARO, quando vi o anúncio da autora dizendo que o livro, contado sob a perspectiva de Caleb, estava gratuito no Amazon. Baixei o e-book e coloquei no celular para ler e vou te contar, quando a leitura engrenou não consegui mais largar!
Eu devo dizer que a história me surpreendeu e de uma maneira positiva. Eu sou super pé atrás com autores/livros nacionais, devido a mil e uma coisas desde do comportamento do autor via redes sociais, à o conflito pessoal que tenho quanto a histórias fantasiosas em um plano de fundo comum e rotineiro para mim, e por ai vai. Então quando peguei Despedida já fui receosa quanto ao que leria, mas fico feliz de ter ignorado isso e seguido em diante com a leitura que se tornou bem prazerosa e já no final, nem mesmo o fato do e-book ter 8.815 páginas (566 no livro físico), me incomodava mais.
Mila acertou em cheio quando escolheu uma narração super leve e fluente, e é bem notório o crescimento em sua escrita com o desenrolar da história. Outra coisa que me chamou bastante atenção foi o fato de que a autora encorporou bem o personagem Caleb, e o fato dele ser super observador e algumas de suas manias (que em alguns livros deixariam o personagem fantasioso demais e mero fruto da imaginação da mulher), vestiu bem com o personagem.
Um dos pontos negativos que sempre gosto de citar em minhas resenhas e que me levou a classificar o livro com 4 estrelas, equivalente a uma leitura muito boa, foi o excesso de cenas de sexo que se tornaram para mim desnecessárias em algumas partes, principalmente em cenas aonde deveria fortalecer certos vínculos conquistados. Esse excesso me fez duvidar sobre a veracidade de alguns sentimentos colocados em pauta no livro e me fez sentir falta de mais diálogos nele, já que para mim 60% da narração se passa nos pensamentos do Caleb, e claro não podia ser diferente já que o livro é sob a perspectiva dele, mas muita coisa do livro fica em suposições sobre como se sente o outro lado da moeda, principalmente em uma cena envolvendo tal cheque aonde temos que ficar em suposições e interpretações de comportamento e tudo fica muito avulso, e sendo tal cena achei que faltou realmente um diálogo mais profundo e esclarecedor.
E sim, eu sei que esse é o segundo volume da trilogia Despedida de Solteira, e que isso pode sim afetar a minha leitura já que não li o primeiro, mas não digo que senti falta de diálogos apenas para que eu pudesse entender mais da história, mas pelo próprio Caleb, eu acho que poderia ser mais trabalhado e por isso defendo o fato de que a história seria muito mais bem aproveitada se a autora tivesse optado por uma narração intercalada e não livros separados.
Apesar disso eu indico o livro sim, ele me conquistou de uma maneira a qual não esperava. Vale o investimento, seja em e-book ou em livro físico, com toda certeza. ;)
"Amande ainda me olhava de um jeito profundo. Os olhos grandes, muito abertos, indicavam a guerra que se tratava no seu interior. Por um segundo quis estar exatamente lá, empunhando uma espada e finalmente matando o dragão que a impedia de dizer sim. O dragão chamado consciência, sensatez, discernimento. Não sabia seu nome, mas queria acabar com ele."
Curiosidade: A autora revelou que imagina o ator Ian Somerhalder como Caleb e atriz Keira Knightley como Amande, e eu super pude ver eles nos personagens! *_*
Postado por : Thainá
27 maio 2014
A editora Charme anunciou esse dias em suas redes sociais a compra dos direitos autorais da série The Love, da autora americana Melissa Collins.
A série, que conta com 4 livros e 1 conto no exterior, irá mostrará a romântica e emocionante história de Madeleine Becker e do bad boy Reid Connely.
E está prevista para chegar em solo verde e amarelo em 2015.
E está prevista para chegar em solo verde e amarelo em 2015.
Postado por : Thainá
26 maio 2014
Eu vi essa matéria recentemente e achei super válido compartilhar por aqui, principalmente numa época aonde as pessoas se esquecem que o principal é ler com qualidade e não em quantidade.
A velocidade da internet nos fez desaprender a arte da leitura. É preciso redescobri-la. Quando abandonamos as distrações digitais e lemos um livro com calma, mesmo que por pouco tempo, cultivamos algumas habilidades fundamentais que corremos o risco de perder.
A velocidade da internet nos fez desaprender a arte da leitura. É preciso redescobri-la. Quando abandonamos as distrações digitais e lemos um livro com calma, mesmo que por pouco tempo, cultivamos algumas habilidades fundamentais que corremos o risco de perder.
Para quem está destreinado, reacostumar-se à leitura lenta ou praticá-la pela primeira vez pode dar trabalho. Não há motivo para preocupação. Os livros – sempre eles – podem ajudar. São incontáveis os autores que pretendem nos ensinar a ler melhor. Entre eles, o crítico literário americano David Mikics é o que mais chamou minha atenção, com seu livro recém-lançado Slow reading in a hurried age (A leitura lenta numa era apressada).
O título explica tudo – perfeito para quem quer capturar a atenção de leitores apressadinhos. Ao longo de 336 páginas, Mikics defende os benefícios da leitura lenta e se propõe a ensiná-la. É a mais apaixonada declaração de amor aos livros que li nos últimos tempos. Na coluna de hoje, divido algumas de suas dicas para quem quer abandonar a pressa.
1. Saiba por que você está lendo
Ninguém lê um livro apenas para passar o tempo. Na internet, no celular ou na tela da televisão, não faltam outras opções mais atraentes e acessíveis para quem quer relaxar nas horas vagas enquanto o sono não vem. Ler um livro é uma atividade diferente de todas elas. Lemos porque estamos procurando respostas para algo – talvez uma pergunta que ainda não tenhamos feito. Pense nisso. Ler sem motivo é uma receita infalível para ler mal. Antes de começar um novo livro, tente responder a essa questão simples: o que você espera tirar dessa leitura? É uma maneira de escolher melhor os livros que lemos – e de garantir que a pergunta será respondida.
2. Fuja da microleitura
Engana-se quem diz que a televisão é a principal inimiga dos livros. A maior distração dos leitores, hoje em dia, é a própria leitura. Dedicamos a maior parte de nosso tempo na internet a uma leitura fragmentada, superficial, com péssimos índices de compreensão e retenção. Você pode passar o dia inteiro lendo posts no Facebook e notícias curtas em portais. Daqui a um mês, não se lembrará de nada. Repetir esse comportamento por um longo prazo é matar a mente de inanição. “Não dá para viver dessa dieta”, diz Mikics. “Até para ler apenas uma página de literatura de verdade é preciso ter tempo para refletir.”
3. Aprenda a perder
Um dos erros mais comuns entre apaixonados por livros é não respeitar seus próprios limites. A lista de leituras pendentes é interminável e não há tempo a perder. Mal viramos a primeira página e já pensamos em acabar a história, e no próximo livro que leremos em seguida. Com isso, a leitura passa a ser uma fonte de estresse. A vontade de terminar o livro é tão grande que não somos capazes aproveitá-lo. Reconhecer que não conseguiremos ler tudo o que queremos é fundamental para aproveitar a leitura. “Como você lê importa muito mais do que quanto você lê”, diz Mikics. Ler cinco livros com prazer é muito melhor do que ler cinquenta sem refletir sobre eles.
4. Respeite o autor
Você pode até não perceber, mas a internet se molda às suas vontades. Seus amigos nas redes sociais provavelmente pensam como você. Algoritmos do Google e do Facebook selecionam e exibem o conteúdo que tem mais chances de agradar alguém com o seu perfil. Você pode passar um dia inteiro na internet sem encontrar alguém que tenha bons argumentos para discordar de suas opiniões. Ler um livro, pelo contrário, é um exercício permanente de questionar convicções. É deixar de ser protagonista para ser ouvinte. Na leitura, a opinião do autor é muito mais importante do que a do autor. É preciso deixar as preferências pessoais de lado para entender um livro por completo, mesmo que discordemos dele. Só quem aprende a ouvir e aceitar opiniões diferentes conseguirá aproveitar a leitura.
5. Desconfie do autor
Endeusar um autor pode ser ainda mais perigoso do que rechaçá-lo logo de cara. Qualquer livro, mesmo os grandes clássicos, é cheio de idiossincrasias típicas de qualquer obra humana. Analisar as escolhas do autor e fazer perguntas sobre elas é uma maneira de dar ainda mais profundidade à leitura. O que cada personagem representa? Por que o livro termina da maneira como termina? O que mudaria se a história se passasse nos dias de hoje? Alguma das opiniões do autor seria considerada polêmica ou inaceitável atualmente? Condenar o autor é injusto e inútil, mas fazer perguntas desse tipo é um passo importante para garantir que tiraremos o melhor de cada livro.
6. Imagine novas histórias
Para terminar um livro, o autor é obrigado a tomar decisões. Das inúmeras de histórias diferentes e contraditórias imaginadas por ele, apenas uma chega ao leitor na história publicada. Por que ela foi escolhida? Por que a trama não se desenrolou de outra forma? As perguntas parecem infantis, mas são um passo essencial para quem quer entender melhor o autor. Pense nas maneiras diferentes como o livro poderia ser escrito. Imagine histórias paralelas e tente se colocar na cabeça do escritor que decidiu descartá-las. Ralph Waldo Emerson escreveu uma bela frase sobre o assunto: “Assim como existe a escrita criativa, existe a leitura criativa.” O que não está no livro pode ser tão estimulante quanto o que chegou às páginas da versão final.
7. Viva com o livro
“Olhar para um tweet demora alguns segundos; entender um romance demora dias, às vezes semanas”, diz Mikics. Pela sua natureza, o livro é algo que nos acompanha no dia a dia, mesmo quando não estamos diante de suas páginas. Pensar num livro quando estamos longe dele é uma parte indispensável da leitura lenta. Leve seu livro para passear, ainda que mentalmente. Lembre-se dele nas situações mais inusitadas do cotidiano. Se você tiver sorte, isso mudará algo na sua forma de ver o livro (ou a vida). Um tweet dificilmente teria esse efeito.
8. Repita até aprender
Com tantos livros para ler em tão pouco tempo, a releitura poderia ser vista como um pecado a ser evitado a todo custo. Na prática, ela é essencial. Mikics recomenda que todos os leitores tenham uma prateleira de livros favoritos e releiam ao menos partes deles com frequência. Cada leitura é uma redescoberta. Uma das mais verdadeiras frases sobre esse hábito foi escrita pelo romancista Robertson Davies: “Um livro verdadeiramente grandioso deve ser lido na juventude, na maturidade e na velhice, da mesma forma que um prédio bonito deve ser visto de manhã, ao entardecer e à luz da lua.”
9. Encontre sua próxima leitura
Uma boa leitura pode ser definida como uma conversa franca entre leitor e escritor. Quando embarcamos nela, é comum entreouvirmos, à distância, diálogos entre o autor do livro e outros autores. Um leitor curioso não deve perder a chance de acompanhar essas conversas. Um bom livro serve como porta de entrada para uma infinidade de outros, igualmente valiosos.
10. Reavalie sua vida
A experiência da leitura, segundo Mikics, é comparável a uma visita a um país estrangeiro. Podemos nos comportar como turistas impacientes, que estranham quaisquer novidades e não veem a hora de chegar em casa. Mas é muito mais recompensador aprender com as diferenças culturais, aceitá-las, descobrir um novo universo e reavaliar sua vida com base nessas descobertas. Cada livro é um país desconhecido. “Aproveitar ao máximo a viagem a esse novo território significa se render os sons e paisagens do lugar, mantendo-se alerta a todas as suas surpresas. Só depois você pode julgar o que viu”, afirma o autor. Cada nova leitura é uma chance de escolher se seremos viajantes curiosos ou turistas apressados. Nunca é tarde para aproveitar a viagem.
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Dez motivos para ler mais devagar,
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