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Postado por : Unknown
13 junho 2014
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Título: Um Caso Perdido - Hopeless
Autora: Colleen Hoover
Páginas: 381
Editora: Galera Record
Resenha por: Alessandra
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Sky está prestes a fazer 18 anos. Ela não teve uma vida como a maioria das pessoas de sua idade, ela foi educada em casa, nunca foi a escola, não tem televisão, não conhece nada sobre os “milagres” da tecnologia e, muito menos, da vida virtual. Tudo porque, Karen, sua mãe adotiva, acredita que estes entretenimentos só contribuem para deterioração dos reais valores do indivíduo. Uma mãe muito sábia, por sinal!
Mas agora tudo vai mudar. Este ano Sky decidiu enfrentar o que ela acredita ser o inferno na terra, o colegial. Mesmo sem poder contar com a companhia de sua inseparável amiga, Six, que irá passar uma temporada na Europa, Sky está decidida a encarar o que vier pela frente, principalmente a má fama que ganhou graças a melhor amiga, já que Six muda de namorado como muda de sorvete. Só que de sorvete Six gosta mais.
Apesar do grande número de rapazes na vida de Sky, ela jamais se envolveu emocionalmente como nenhum deles, e não foi por não tentar, na verdade, Sky é incapaz de sentir algo quando está com outra pessoa, é como se ela não estivesse ali.
Um dia, Sky ouve uma voz, ela sente como um soco no estômago todos aqueles sentimentos que lhe eram desconhecidos, seu corpo imediatamente sinaliza que algo mudou, sente nos próprios ossos que algo aconteceu, alguma coisa se ligou, um interruptor que estava apagado, mas que de repente iluminou tudo ao redor. Essa luz chama-se Dean Holder.
Holder acabou de voltar para o colégio depois de ficar um ano afagado, por ter machucado gravemente um aluno durante uma briga. Holder é um garoto de temperamento forte e variações constantes de humor, tem uma reputação tão ruim quanto a de Sky, mas percebe imediatamente a conexão entre eles e, a partir dai, não consegue mais se afastar dela.
Este livro é incrível, maravilhoso, mesmo! O que mais me encantou foi a delicadeza e o “timing” perfeito dos acontecimentos durante o desenrolar da história, sem atropelos e sem rompantes amorosos desproporcionais, A-DO-RE-I a naturalidade e a intensidade com que Sky e Holdem se envolvem. É aquela conexão irrefutável que só existe entre os casais predestinados #MuitoAmor.
Eu podia falar muito mais, aliás eu podia ficar horas falando, mas “Um Caso Perdido” é um livro surpreendente, foi escrito para ser descoberto e não contado. Uma história que se faz página a página, quase impossível de se colocar em palavras, e essa é a melhor parte dele. Você sente, muito claramente, e desde o princípio, que este livro é um caminho rumo a um precipício, a história pessoal de Sky e Holder não teriam outra alternativa, mas mesmo assim você segue caminhando, porque sabe que seria impossível parar.
Quem conhece um pouco da escritora Colleen Hoover sabe que ela gosta muito de lidar com assuntos sérios e delicados e, gosta mais ainda, de dilacerar a vida e seus personagens com experiências fortes e excruciantes, e em “Um Caso Perdido” ela o faz com maestria.
Ler “Um Caso Perdido” é como montar em quebra-cabeça. As pistas lhe vão sendo entregue as poucos, aqui, ali, de maneira absolutamente inofensiva. Você até acha que o que ele tem a revelar é algo um pouco sério ou, talvez, despretensioso, mas não se engane, poucas coisas lhe serão mais devastadoras do que as últimas peças deste quebra-cabeça.
Simplesmente perfeito.
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Postado por : Thainá
17 março 2014
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Título: Todo Dia
Autor: David Levithan
Páginas: 280
Editora: Galera Record
Resenha por: Ingrid Sodré
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"Acordo.Imediatamente preciso descobrir quem sou. Não se trata apenas do corpo - de abrir os olhos e ver se a pele é clara ou escura, se meu cabelo é comprido ou curto, se sou gordo ou magro, garoto ou garota, se tenho ou não cicatrizes. O corpo é a coisa mais fácil à qual se ajustar quando se está acostumado a acordar em um corpo novo todas as manhãs. É a vida, o contexto do corpo, que pode ser difícil de entender.Todo dia sou uma pessoa diferente. Eu sou eu, sei que sou eu, mas também sou outra pessoa.Sempre foi assim."página 7
É com esse trecho que início a resenha de um dos livros mais incríveis que já tive oportunidade de ler. Trata-se de um livro extremamente humano, repleto de reflexões e filosofias sobre os conflitos da vida, do cotidiano. Por essa razão, é muito complexo argumentar sobre algo tão intenso como foi essa leitura.
Você já imaginou como seria estar num corpo diferente todos os dias? "A" é hospedeiro de um corpo diferente todas as manhãs, sua vida é assim desde que nasceu. A não entende a razão pela qual cada dia se encontra num corpo distinto, mas depois de um tempo desiste de entender e simplesmente vive o dia. A não tem sexo, ora se hospeda em meninos, ora em meninas, mas sempre pessoas com sua idade, 16 anos. Logo que acorda, A consegue acessar as informações básicas para sobreviver o dia, mas sempre procura não interferir e, principalmente, visa não se envolver afetivamente com nenhuma pessoa que passa pela sua vida temporária.
Tudo ocorre como de costume, até quando A se hospeda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon.
"Quando tiro os livros de Justin do armário, posso sentir que alguém está me rondando. Dou meia-volta; a garota parada ali é transparente em suas emoções: tímida e ansiosa, nervosa e apaixonada."página 9
Justin e Rhiannon têm um relacionamento questionável, A se vê encantado com Rhiannon e deseja proporcionar à ela um dia incrível, um dia que Justin não poderia lhe conceder. A partir desse daí, A quebra todas as regras que estabeleceu e o inevitável acontece: A se encanta pelo jeito doce da garota. Uma cumplicidade é construída e A luta todos os dias para encontrar sua amada, embora esteja em um corpo diferente. Mas como esperar que alguém que acredite e, principalmente, entenda sua realidade? Será possível manter um relacionamento com alguém que sempre está em um corpo diferente a cada dia?
"As pessoas não dão valor à continuidade do amor, assim como não dão valor à continuidade do corpo. Não percebem que a melhor coisa sobre o amor é a sua presença constante. Assim que você estabelece isso, sua vida ganha uma base extra. Mas se você não pode ter essa presença constante, só tem uma base para sustentá-lo, sempre."
página 53
"Todo Dia" tem um enredo sensível, único e humano. Em todos os momentos as reflexões de A causam efeito no leitor, sua visão de mundo transborda sensibilidade e intensidade. A narrativa do autor é intimista e flui naturalmente, tão leve quanto suas palavras. David Levithan abordou de forma inteligente e sútil diversos assuntos como amor, religião, alcoolismo, bullying e principalmente o preconceito a respeito do homossexualismo.
Sobre termos estéticos e diagramação, a Editora Record fez um bom trabalho. Não houve erros de revisão, as páginas são amareladas e as letras com tamanho mediano, padrões ideais para uma boa leitura.
É um livro, que na minha concepção deveria ser leitura obrigatória para qualquer ser humano.
"Na minha experiência, desejo é desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero. Apaixonei-me por indivíduos. Sei que é difícil as pessoas fazerem isso, mas não entendo por que é tão complicado, quando é tão óbvio."
página 123
Resenha por
Ingrid Sodré
Sobre a autora:
Meu nome é Ingrid Sodré, tenho 18 anos e sou estudante de Arquitetura e Urbanismo. Tenho paixão pelas coisas simples da vida. Adoro ler, escrever, fotografar e desenhar. Tenho um blog pessoal e nele contém fragmentos meus.
Postado por : Thainá
11 outubro 2013
A Galera Record divulgou hoje a capa de Princesa Mecânica, último volume da trilogia Peças Infernais da autora Cassandra Clare.
A editora anunciou que a árvore genealógica das famílias Carstairs, Herondale e Lightwood estará presente em todas as edições do livro, que tem o lançamento está previsto para novembro deste ano.
Postado por : Thainá
26 agosto 2013
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| Título: Anjo Mecânico Série: As Peças Infernais #1 Autora: Cassandra Clare Editora: Galera Record Páginas: 392 Resenhado por: Valdesson |
Não satisfeita de ter bolado um dos maiores fenômenos literários dos últimos anos, em 2010 Cassandra Clare deu início a publicação da trilogia As Peças Infernais, série prequel de Os Instrumentos Mortais ambientada na Londres Vitoriana. Na época, diante dessa novidade, muitos leitores ficaram na dúvida do que esperar, e alguns até mesmo acreditavam que a mente de Cassie não poderia inovar no universo que a mesma já havia mostrado para nós em sua primeira série. Mas inovou. Inovou e arrebatou muitos mais fãs para o seu trabalho. Divisor de opiniões, muitas pessoas afirmam gostar até mesmo mais de TID (Abreviação de The Infernal Devices, no português, As Peças Infernais) do que de TMI (Abreviação de The Mortal Instruments, no português, Os Instrumentos Mortais), o que não é o meu caso. Independente disso, apesar de estarem dentro do mesmo universo, cada série tem sua personalidade e elementos únicos.
Mesclando um ambiente gótico com traços de steampunk e mistério, Anjo Mecânico, primeiro volume da trilogia, dá início as descobertas de Tessa Gray sobre sua verdadeira origem ao ir até Londres a procura do irmão, que é a única pessoa que a mesma possui no mundo. Chegando lá, a mesma toma conhecimento de que o mundo é bem mais do que os olhos mundanos podem ver. Após ser sequestrada, Tessa vai aos poucos entrando nessa nova realidade, e descobrindo que tem muito mais a ver com tudo isso do que ela imagina.
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Postado por : Thainá
25 agosto 2013
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| Título: Cidade das Almas Perdidas Série: Instrumentos Mortais #5 Autora: Cassandra Clare Editora: Galera Record Páginas: 434 Resenhado por: Luana Gomes |
Cidade das Almas Perdidas é o quinto e penúltimo livro da aclamada série Os Instrumentos Mortais da americana Cassandra Clare. Nesse volume acompanhamos o desenrolar dos acontecimentos ocorridos após Cidade dos Anjos Caídos, e depois daquele final absurdo de tão desesperador, a pergunta que fica é "Meu Deus e agora?".
Duas semanas após o desaparecimento de Jace e do supostamente morto Sebastian, a Clave está em polvorosa, Clary é obrigada a prestar depoimentos sobre a invocação do Anjo e as buscas pelo criminoso Sebastian continuam. Mas os Lightwood não contavam com o feitiço de ligação de Lilith, que diz que não há como ferir um sem que esse sofrimento seja espelhado no outro.
Em Cidade das Almas Perdidas, Cassandra mais um vez surpreende com sua capacidade de envolver o leitor. Todas as personagens, sejam dos protagonistas aos mais secundários são levados a outro nível. Infelizmente uma das coisas mais decepcionantes nesse volume é o Jace, por estar ligado ao Sebastian, ele não apenas obedece e aceita tudo que ele decide e/ou acredita, é como se nosso querido e sarcástico loiro se tornasse outra pessoa. Maleável e manipulável além de toda a imaginação.














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